Veja como as redes sociais têm tirado a produtividade dos brasileiros e americanos e confira dicas de como não perder a produtividade
Via HSM
Profissional Independente de Internet Marketing
Veja como as redes sociais têm tirado a produtividade dos brasileiros e americanos e confira dicas de como não perder a produtividade
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Empresa se aproxima de agências de propaganda, dizem analistas. Facebook apresentou documentos para fazer estreia na bolsa de valores.
Cerca de um ano atrás, quando ficou claro que transformar o Facebook numa empresa de capital aberto era apenas uma questão de tempo, a vice-presidente de operações Sheryl Sandberg contratou Caroline Everson, que era então a responsável global pela publicidade da Microsoft.
Conseguir um executivo com o nível de Everson foi um sucesso –antes da Microsoft, ela havia sido uma executiva de alto escalão nos setores de publicidade da Viacom, MTV e da Walt Disney. Segundo analistas, a contratação também enviou uma mensagem clara à Madison Avenue da maior rede social do mundo: Nós queremos trabalhar com vocês.
Até a chegada de Everson como vice-presidente de marketing global, a relação do Facebook com a comunidade publicitária era, nos melhores casos, polidamente desdenhosa; nos piores, indiscutivelmente antagonística.
O presidente-executivo Mark Zuckerberg disse que vê o Facebook mais como uma maneira de conectar as pessoas do que como um negócio, e sua postura tem sido de limitar o impacto de anúncios na experiência de seus usuários. De fato, sua relutância em inundar a rede social com anúncios é amplamente vista como a razão por que o Facebook durou enquanto um rival antigo, MySpace, falhou.
“Mark tem uma postura evangélica em relação à publicidade”, disse Martin Sorrell, presidente-executivo da WPP Plc, a maior agência de publicidade do mundo. “Ele vê o Facebook como um veículo com a função de abrir a comunicação, não a monetarização”.
Mas com 85% de sua receita derivada de publicidade no ano passado –quando a receita total foi de US$3,71 bilhões de dólares– o Facebook percebeu que precisava atingir um tom mais cooperativo com a Madison Avenue antes de sua oferta pública inicial e o intenso escrutínio sobre crescimento de lucro que a acompanha.
Fontes do mercado da publicidade identificaram Everson, junto com David Fischer, vice-presidente de negócios e parcerias de marketing, e Blake Chandlee, vice-presidente de relações globais com agências, como o triunvirato liderando a ofensiva do Facebook.
“Tem sido muito diferente ao longo dos últimos 12 meses”, disse Michael Hayes, presidente do setor digital da empresa de publicidade Initiative, a respeito da atitude do Facebook perante a comunidade de publicidade.
“Eles não tinham uma relação conosco antes, mas agora estão tentando estabelecê-la. Eu definitivamente vi um crescimento no interesse deles em trabalhar conosco”, disse.
Em setembro, o Facebook montou um comitê com executivos de marcas que anunciam no site e representantes de muitas agências importantes de publicidade para fornecer feedback regular a respeito de seus produtos anunciados e serviços.
A empresa também comissionou à empresa de Hayes, a Initiative, que comparasse o sucesso de anúncios no Facebook com anúncios em outras mídias, como televisão –é a primeira vez em que a companhia pediu por um estudo como esse.
Sorrell disse que o Facebook pretende introduzir novos produtos publicitários até o final de fevereiro. Uma fonte próxima ao anúncio disse que eles se centrariam em anúncios em celulares, mas não forneceu mais detalhes.
Um representante do Facebook se negou a comentar a respeito de novos anúncios de produtos ou a disponibilizar Emerson para uma entrevista, citando o período de silêncio antes da oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês).
Via G1
Com as ferramentas e processos adequados é possível estabelecer rotinas de trabalho que garantam o desenvolvimento contínuo de novas ideias e processos
A compreensão dos processos criativos dentro de uma empresa deve ter início pela definição dos tipos de inovação a ela inerentes. Há inovações que são de cunho tecnológico, que implicam no desenvolvimento de um produto novo ou de um processo novo.
Por outro lado, há as chamadas inovações corporativas, conforme explica Marcos Hashimoto, professor do Insper. “A inovação corporativa é caracterizada por mudanças incrementais de melhoria com baixo ou médio impacto no negócio e com abrangência para todos os funcionários”.
Segundo ele, as organizações investem no desenvolvimento de uma cultura interna aberta a mudanças para inserir uma postura voltada à inovação de forma contínua, que envolva todos os funcionários.
“A capacidade de promover mudanças significativas para reduzir custos, melhorar a imagem, aumentar a satisfação do cliente, assim como nos produtos ou processos de negócio, precisam estar ao alcance de todos os funcionários”, assegura.
Inovação e Gestão
Tendo a inovação como preocupação latente, a 3M, que já gerou 43 mil patentes e 55 mil itens de produtos, organiza-se em seis grupos de negócios, que se subdividem em 38 unidades de negócios. É o que explica o gerente de inovação para a América Latina da companhia, Marcelo Gandur. Para ele, inovação depende de liderança.
“A dinâmica dos negócios e o ciclo da inovação são completamente diferentes. É missão do líder criar espaço e energia para que essas duas coisas aconteçam simultaneamente”, diz.
Para afirmar isso, Gandur tira o exemplo de casa. Ele conta que a 3M teve como CEO, em 1949, William L. McKnight, que estabeleceu princípios que formar o “norte” da cultura de inovação da empresa até hoje. São eles:
Delegar responsabilidades: a centralização inibe o desenvolvimento de idéias, pois todas as questões da empresa são formatadas a partir de poucas pessoas
Ter tolerância a erros: inovação é um processo não linear que gera erros, o que é diferente de mau desempenho. Pessoas engajadas em inovar vão errar durante o processo
Iniciativa: a 3M busca pessoas que tenham iniciativa de gerar idéias e torná-las sucesso comercialmente
Autonomia: segundo Gandur, um dos preceitos de McKnight era “Contrate bons funcionários e deixe-os em paz”
A 3M enxerga a inovação dividida em três elementos básicos:
Criatividade: capacidade de relacionar coisas aparentemente sem relação e, assim, gerar ideias. Nesse sentido, o melhor exemplo são as pessoas, que ao despejar todos os brinquedos num mesmo lugar são capazes de, livremente, explorar sua criatividade e fazer conexão entre elementos que não se ligariam naturalmente;
Invenção: dar conceitos à ideia abstrata criativa para que ela ganhe fundamentos que, em algum momento, permitam sair do âmbito da ideia para a realidade;
Comercialização: um ciclo de inovação, por mais criativo que seja, não se completa sem que haja viabilidade financeira e posterior sucesso comercial.
Por isso, toda ideia inovadora que surge na 3M tem dois vetores principais: inteligência de negócios, que busca entender toda a cadeia na qual a empresa está inserida para identificação de necessidades; competências existentes dentro da empresa que irão endereçar as oportunidades identificadas.
Dessa maneira, a empresa classifica a inovação em níveis, dos mais radicais aos meramente incrementais, com resultados esperados para cada tipo de produto ou processo inovador.
“Gosto de pensar que a capacidade de inovar está estritamente relacionada à intimidade com o cliente. Precisamos entender o processo do cliente, a função do produto para ele, o canal pelo qual o produto chega até ele, a tecnologia embutida, além do arsenal de tecnologia que nossa empresa tem para desenvolver o produto”, conclui.
Via HSM